domingo, 27 de fevereiro de 2011

Vivendo....




Já perdoei erros quase imperdoáveis,

tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
“quebrei a cara muitas vezes”!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.
Charles Chaplin


"SER FELIZ OU TER RAZÃO?"



O texto é bem pequenininho, mas interessante para pensar a respeito...
 “SER FELIZ OU TER RAZÃO?"
  Para Reflexão...
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado  para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo e ela consultou  no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que  vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à  direita, discutem, percebendo que além de atrasados, poderia ficar  mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e  percebe então que estava errado, embora com dificuldade, admite ter  insistido no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz  que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais, e ela diz: - entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira  de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
 Moral da História:
 Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma  palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para  ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos  razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta  história, tenho me perguntado com mais freqüência: quero ser  feliz ou ter razão?
Outro pensamento parecido, diz o seguinte:
“nunca se  justifique. os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.”
Já decidi... Eu Quero Ser Feliz e Você?
Desconheço o autor..